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25/03/2015

Chuva durante outono deve ser pouco significativa no sudeste e centro-oeste

Previsão foi feita durante análise climática feita pelo Cemaden. 
Segundo órgão, estação deve ter baixas temperaturas e pouca chuva.

As chuvas para o norte e o sudeste do país devem diminuir na próxima semana e ser “pouco significativas” durante o outono, segundo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A previsão foi feita durante reunião de análise climática e previsão sazonal realizada nesta terça-feira (24) em São José dos Campos (SP).

De acordo com a meteorologista Anna Bárbara Coutinho de Melo, ainda não é possível identificar eventos extremos para o outono, mas a tendência é de que os próximos meses tenham características típicas da estação - com poucas chuvas e temperaturas moderadas.

“Não dá para dizer com precisão como será o período, mas não devemos ter muita chuva significativa. Nos próximos dias, entre o fim de março e começo de abril, já teremos o declínio climatológico das chuvas”, analisa a meteorologista. De acordo com ela, as chuvas devem voltar de maneira mais intensa apenas na próxima estação chuvosa, a partir do início da primavera em  setembro.

Segundo Anna, as temperaturas não devem apresentar grandes alterações e devem seguir moderadas durante o outono. “É uma estação mais seca com a diminuição das temperaturas. Temos também o avanço da frente fria e as massas de ar que atuam na retaguarda”, afirma.

Demais regiões
Segundo o Cemaden, nas demais regiões do país, a previsão é de chuvas dentro do normal para o norte e nordeste e até acima do normal para o sul durante o outono. As condições devem ser influenciadas, principalmente, pelo El Niño, que provoca alterações curtas porém significtivas no clima. “O fenômeno El Niño pode se intensificar na região leste do pacífico e também aumentar as temperaturas no centro sul do país”, explicou.

Seca
A seca, principalmente no sudeste, tem agravado a situação dos principais reservatórios da região e afetado o abastecimento de água e de energia. O Sistema Canteira, principal responsável pelo abastecimento da Grande São Paulo, opera nesta quarta-feira com 18% de sua capacidade, considerando a primeira cota do volume morto. Apesar da situação crítica, as chuvas recebidas em março foram significativas e já superaram a média histórica para o mês em 6,6%.






Fonte: G1
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